A saúde voltou a ser tema de debate na sessão da última terça-feira (19). Além dos requerimentos e Projetos de Lei, os vereadores usaram a tribuna para cobrar melhorias no atendimento à população.

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O vereador Edicarlos Candiani e o presidente da Câmara, Eri Campos, fizeram os discursos mais indignados. “Sabemos as dificuldades que o município vem enfrentando e que o Brasil todo passa na saúde, aqui não é diferente. Mas todas as reclamações da saúde, todas as críticas feitas por parte da população precisam ser levadas para a Secretaria de Saúde e é preciso, sim, procurar dar o melhor atendimento e resolver da melhor maneira possível esta grande demanda”, afirmou Edicarlos.
Já o presidente da Casa, Eri Campos, fez um discurso indignado com as respostas pouco esclarecedoras que são encaminhadas pela secretaria. “Os vereadores são sempre procurados quando há um problema e nós temos a obrigação de responder. Quando questionamos a secretaria, não recebemos um retorno satisfatório para passar para a população. Não estamos fazendo um pedido em nome do vereador, mas sim das pessoas que nos procuram”, explicou.
Eri Campos ainda destacou a presença na sessão de uma senhora que protocolou um abaixo-assinado na Secretaria de Saúde pedindo neuropediatra para atendimento em Itupeva e que até agora não teve nenhum retorno. “Fiz um ofício no mês de agosto e até agora também não tive resposta. Isso nos obriga a fazer requerimentos, que é a ferramenta que o vereador tem para conseguir um retorno, que também não tem sido satisfatório”, lamentou.
Edicarlos também compartilhou o caso de uma cidadã que o procurou para reclamar da falta de médicos ginecologistas e obstetras. “São para estas pessoas que devemos satisfação. Nos buscam como uma alternativa para solucionar os problemas. Somos fiscalizadores e vamos em busca das respostas”, disse o vereador sendo complementado por Eri Campos: “Não estamos falando por nós, vereadores, falamos em nome da população. Não podemos aceitar que quem procura atendimento e briga por seus direitos fique sem resposta. A população não deixará de ser ouvida por esta Casa”.